quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Fugindo de problemas #15

  - O que quer dizer? - Derek perguntou.
  Eu estava um pouco nervosa. Não sei se queria fazer isso mesmo, mas acho que naquele momento ia explodir. Não aguentaria mais alguns segundos aturando aquilo. Já chega.
  - Você sabe que eu tenho tentado compreender tudo isso.
 - Sei - ele respondeu. Não era uma pergunta, ele sabia disso, mas respondeu mesmo assim.
  - Mas é difícil. Não o fato de você ser feiticeiro, de querer acabar com o Max. Não o lado da magia. É difícil de entender você. Me faz andar feito um zumbi atrás de você, tendo que aceitar tudo que você fala. Se não aceitar, isso pode me custar a vida. Estou sinceramente confusa e cansada disso tudo, Derek.
  - Não, Rose...
  - Não dá mais. Não suporto mais. Acho melhor darmos um tempo no relacionamento. Gosto de você, de verdade, mas não aguento esse seu outro lado. É isso.
  Ele só ficou me olhando. Parado. Não tinha o que falar.
  - Eu só... - Respirei fundo. - Lamento muito.
  Ele piscou duas vezes. Sua voz era fraca, parecia que ia chorar.
  - Eu também.
  Quando eu ia saindo do quarto ele me chamou:
  - Rose.
  - Sim?
  - Eu te amo.
  Respirei fundo novamente e saí. Teria que lidar com aquilo. Esperaria as cosias se ajeitarem para pensar em uma volta.
  Fechei a porta e pude ouvir ele dizendo:
  - Droga! Droga! Eu estraguei tudo! Eu me odeio eu me odeio eu me odeio.
  E aí começou a chorar. Não sabia que essa seria sua reação.
  Voltei para a sala.
  - O que houve? Você está chorando.
  Nem tinha percebido que também chorava. Passei a mão no rosto.
  - Acabou.
 - O quê?
  - Eu e ele. Decidi dar um tempo.
  Ele piscou duas vezes. Igual ao Derek. Por que faziam isso?
  - Não acredito que...

  - Acredite - eu o interrompi. - Acredite em tudo o que eu disser. Estou cansada de viver feito um zumbi. Podemos treinar mais?

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Fugindo de Problemas #14

  Levantei e me vesti.
  Derek já tinha saído, deixando apenas um bilhete: "Eu fui até o mercado mágico comprar algumas coisas para Nathan fazer poções, volto logo. Te amo". 
 Ele tinha ido comprar para o Nathan e não com o Nathan. Ou seja, Nath ainda estava na casa.
 - Oi? - disse ele, da porta. Pulei. Que susto! - Te assustei?
 - Um pouco. Só estava pensando. Que poção você vai fazer?
 - Quero expandir o poder para uma cidade toda. Será que eu seria capaz de cegar todos por alguns segundos? Ou matar tanta gente? É interessante.
 - Matar?
 - Eu não faria isso, mas seria interessante ter esse poder. Derek foi comprar ingredientes que podem me ajudar. 
 - Ah. Posso perguntar uma coisa? 
 - O que?
 - Bem... O que você... O que você achou de virmos para cá?
  Eu queria saber o que ele achava disso. Não sabia se estava incomodando ou não.
 - O que eu achei? Eu adorei! Já faz sei lá quantos anos que estou morando sozinho, e ter companhia é sempre bom! E, além do mais, eu gosto de vocês. Dos dois. Mas acabei me interessando por você. Mas ele chegou primeiro e respeito isso. E eu gosto realmente de você, e não seria capaz de trair meu amigo, entende? 
 - Sim. Mas e se eu quisesse? - onde eu estava com a cabeça? Ele não estava usando nenhum feitiço para me fazer gostar dele, mas ainda assim estava falando tudo, como se ele me obrigasse a falar só a verdade.
 Os olhos dele brilharam.
 - O quê?
 - E se eu quisesse fazer isso? - Seria um amor doentio, um triângulo amoroso. Eu amava Derek, muito. Toda vez que nos beijávamos parecia o primeiro beijo: suave e apaixonado. Mas Nathan estava ali e a presença dele mexia com a minha cabeça, como se eu necessitasse dele. Isso chegava a ser esquisito, mas era verdadeiro.
 - Desculpe, eu acho que fiz isso de novo. - Ele fechou os olhos, nada aconteceu. Abriu e fechou os punhos, mas nada acontecia.
 - Você não está fazendo nada. Eu é que fiquei louca de vez, desculpa.
  E ficamos ali, um olhando para o outro. Meu Deus, que loucura! Eu ainda não acredito no que aconteceu.
  Ele colocou a mão em meu pescoço, como se estivesse perguntando posso?, e eu deixei. Queria me afastar, mas isso não aconteceu. Então ele se aproximou devagar até encostar os seus lábios nos meus.
  Eu me afastei.
  - Desculpa, de novo. - disse ele.
  - Não, deixa. Esquece isso, tudo bem?
  A ideia de esquecer seria difícil.
  - Claro.
  Derek chegou nesse mesmo instante. 
  - O que ouve? Vocês estão com cara de mortos.
  - Eu posso falar com você, lá no quarto?
  - O.k.
  Eu o levei até o cômodo em que tínhamos passado a noite.

 - Então... é o seguinte.

sábado, 28 de setembro de 2013

Fugindo de Problemas #13

  Ficar no apartamento era muito arriscado, então passamos a noite andando por aí e conversando.
 - Derek?
 - Oi?
 - Pode me falar mais sobre Max?
  Ele suspirou.
 - Tudo bem. Por onde começo? Bem... Ele é um lobisomem. Max é muito forte, talvez o lobo mais forte de toda a América. Seu pai era Marrok, mas morreu. Max é dominante o suficiente para ter assumido o cargo, mas havia um lobo mais forte. Esse lobo o expulsou. Desde então ele vive como lobo solitário e lidera um grupo de caras que tem poderes. O sonho dele é aprisionar todos os seres em que a magia corre no sangue e formar um grupo maior.
 - Então ele vai tipo... Dominar o mundo?
 - Se ele conseguisse dominar todos os seres mágicos, ele poderia fazer isso. Mas Max não é desse tipo. Dominar o mundo significa tornar pública a existência de magia, e ele não quer fazer isso.
  Continuamos conversando até que amanhecesse.
 - Para onde vamos agora?
 - Vamos voltar à casa do Nathan.
  Então seguimos até a casa dele. Bati na porta.
 - Oi. - disse ele. Nathan tinha acabado de acordar. Seu cabelo estava todo despenteado e ele não usava os óculos. Tinha atendido a porta sem camisa, apenas com uma calça jeans e chinelos. - Podem entrar.
 Entramos e sentamos no sofá.
 - Vou me trocar e já volto.
  Ele foi e voltou pouco tempo depois, já de óculos e camiseta, além de estar de tênis.
  Nathan olhou para Derek.
 - Por que vieram aqui?
 - Richard estava nos esperando em nosso apartamento. Fiz um feitiço e o mandei para longe, mas não é seguro ficar num lugar onde não ficaremos à vontade com uma pessoa nos procurando.
 - Por que não o matou?
 - Mesmo que não queira, ele pode ajudar. Nem que seja a força.
 - Tem razão.
 - Conseguiu alguma coisa nova?
 - Ainda não. Esse cara é muito difícil de se achar, Derek. Vai demorar um tempo ainda.
 - Tudo bem, então.
 - Já que não podem ir para casa, podem morar aqui se quiserem. Vai ser legal ter uma companhia.
 - O.k.
 - Mas agora podemos treinar algumas poções. Que tal, Rose?
  Até agora nem estava participando da conversa.
 - Boa ideia.
  Ficamos  fazendo poções e feitiços até anoitecer.
 - Acho que podemos parar por hoje - disse Nathan. - Já está tarde, vamos todos dormir. Vou mostrar o quarto de vocês.
  A casa dele era bem grande, então tinha muitos quartos. Ele abriu uma porta, onde era o quarto.
 - Vou deixar vocês sozinhos.
  Então ele fechou a porta.
 - Gostou do que aprendeu hoje?
 - Sim. Uma pergunta: se eu aprender todos os truques vou ser metade humana, metade feiticeira?
 - Não. Quando você aprender o suficiente, eu e o Nathan iremos fazer um feitiço para que você se torne uma feiticeira completa. Esse feitiço deve ser feito com dois feiticeiros poderosos. Nós achamos que damos conta do recado, mas temos que esperar para ver.
 - O.k. Que horas são?
 Ele olhou num relógio de parede que estava no quarto.
 - São 0h 30min. Por quê?
 - Será que dá tempo de fazermos algo mais interessante?
 - Ah, Rose. Agora?
 - É. Nathan não se importaria, não é mesmo?
 - Tudo bem. - Ele deu um sorriso. Como eu adorava aquilo. E então me jogou na cama. Seria uma noite longa.
 Depois de tudo acabamos adormecendo. Quando acordei Nathan tinha aberto a porta. Fingi que ainda estava dormindo. Ele sorriu.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Fugindo de Problemas #12

  Richard estava enfrente ao prédio onde ficava nosso apartamento.
- Por que nós voltamos para... - eu comecei a dizer.
- Shiu! - Derek me interrompeu. - Fique quieta.
  E então ele mandou uma mensagem para mim pela mente. Derek não era um telepata, mas conseguia fazer alguns feitiços que imitavam telepatia.
 Ele é um lobisomem. Richard tem ouvido aguçado, não faça barulho. 
  Derek tocou gentilmente o meu ombro e apontou em uma direção. Paramos atrás de um muro baixo e ficamos observando Richard. Deveria estar nos esperando para poder atacar.
  Derek fechou os olhos. Pensou em algo. Do outro lado da rua Richard sumiu.
 - O que você fez?
 - Teletransportei ele. É mais fácil do que ficar perseguindo. Não vou matá - lo agora, porque não sabemos onde Max está ainda. Nathan irá arrumar alguma poção que o localize, mas Richard pode ser útil.
 - Por que voltamos para cá? - perguntei.
 - Eu sabia que ele estaria aqui. Mas não se preocupe, ele vai nos deixar em paz.
 - Por que ele anda te perseguindo? Não parece ser só por causa da gangue...
 - E era. Até ele te ver. Ele acabou gostando de você. Lobisomens são dominantes, Rose, e o Richard sabe que se tentar ele conseguirá. Eu não sou fraco, mas não venceria um lobisomem.
 - Então quer dizer que ele pode...
 - Eu não vou deixar. Vou fazer tudo o que puder para que isso não aconteça, mas quero que fique sabendo que isso é possível. Eu te amo e não suportaria te ver com o meu inimigo.
 - Eu não suportaria me ver longe de você.
 E então ele me deu o abraço mais gostoso de todos. Foi até melhor que um beijo.
 Eu sabia que podia contar com ele, e que Derek não me deixaria ser levada por qualquer um.
 Eu confiava nele.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Fugindo de Problemas #11

 - Parece que você tem jeito, Rose - disse o Nathan.
 Fiquei olhando para ele. Eu só o tinha conhecido há algum tempo e parecia que já éramos amigos desde sempre.
 - Acho melhor irmos agora.
 Olhei para o Derek. Logo agora? Tinha gostado dali.
 - Tudo bem - disse Nath. - Você vai atrás dos outros?
 - Sim. Você tem o número do Tomas? Acho que perdi.
 - Vou ver. - Ele andou até uma escrivaninha de madeira, se abaixou e tirou uma agenda de lá. - Aqui está.
 - Talvez ele aceite nos ajudar também. Vamos, Rose.
 E então nos despedimos dele e saímos.
 - O que vamos fazer agora? - perguntei. - Nós não podemos voltar ao apartamento. Vamos para onde?
 - Ligar para Tomas. Ele vai nos ajudar. - Ele tirou de um dos bolsos da jaqueta um celular e discou um número.
 - Alô? - Tomas deve ter falado algo. - Oi Tomas, tudo bem? Quanto tempo! Preciso de uma ajuda sua, o.k.? Lembra daquela gangue do Max? Preciso que você me ajude a acabar com eles. - Uma pausa. - O.k. Posso passar aí? Ainda mora no mesmo endereço? O.k. Até logo.
 - Então?
 - Vamos pra lá agora.
 - Está tarde.
 - Que foi? Tá com medo, é?
 - Claro que não! - Na verdade eu estava sim.
 - Então qual o problema?
 - Ah, sei lá. Isso tudo tão de repente...
 - Eu sei, é muito confuso. Quando nós estivermos sozinhos eu te conto tudo e você vai poder perguntar o que quiser, o.k.?
 - Tudo bem.
 E então pegamos um táxi que levava até um lugar deserto. Enquanto o motorista ia dirigindo, eu olhava para janela e pensava nas últimas coisas que aconteceram. É tudo tão confuso.
 Tomas morava um pouco longe de onde partimos, então demorou. Eu consegui cochilar.
 Derek me acordou.
 - Vamos descer? Já chegamos.
 Ele me ajudou a sair do carro e pagou a corrida. Logo após o motorista sair, Derek tocou a campainha.
 Um garoto de cabelo loiro e liso abriu a porta. Ele era musculoso, e bem atraente.
 - Eae, Derek?
 - Quanto tempo, Tommy.
 - Entrem.
 Nós entramos e nos acomodamos num sofá.
 - E então, quem é você? - disse Tomas, olhando para mim. Derek ia responder, mas eu mesma fiz isso.
 - Sou Rose. Namorada dele.
 - Ah, você arranjou uma namorada. E ela é bonita - só eu que odeio quando falam de mim como se eu não estivesse ali? - Eu sou Tomas, mas você já deve saber.
 - É.
 - O que você é? Um lobisomem? Feiticeira?
 - Ela não tem poderes.
 - Ah não? Interessante...
 - Nathan está ensinando algumas coisas para ela. Aprendeu levitação.
 - Vai ser uma feiticeira? Que pena. Você daria um lobisomem perfeito.
 Ele era um lobisomem, obviamente.
 - É verdade! Ia ficar uma gata, né? - disse Derek.
 - Ei! Eu estou aqui, sabia?
 Tomas riu.
 - Tudo bem... Diga o que você quer.
 - Preciso que você nos ajude a acabar com a gangue do Max. Ele vai acabar destruindo todos nós.
 - Mas o que quer que eu faça especialmente?
 - Mate Richard. Faça ele confessar onde Max está.
 - Moleza.
 - Tommy? Você está aí?
 Uma garota apareceu ao fundo. Ela era morena e tinha quase a mesma idade dele, um ou dois anos a menos.
 - Oi, Heather.
 - Ouvi pessoas chegando. Quem são eles?
 Ela era uma morena muito bonita, mas era mais magrela que eu.
 - Amigos meus. Derek e Rose, essa é Heather, minha namorada.
 Pude sentir que Derek ia fazer alguma piada (do tipo: ela é bonita, cara), mas acabou desistindo, pois lobos são muito dominantes. O mesmo é com lobisomens, provavelmente.
 - Muito prazer. - Ela sorriu para mim.
 - Ela também é um lobisomem?
 Ambos olharam para mim.
 - Não sou, mas vivendo com um aprendi algumas coisas. Consigo me comunicar por telepatia.
 Oi.
Foi a curta mensagem que ela me passou pela mente.
 - Legal. Ah! Antes que você pergunte, não faço nada. Estou começando com magia.
 - Sério? Sempre quis ser feiticeira, e só aprendi alguns truques. Mas decidi seguir esse dom de telepata mesmo. Você daria um ótimo lobisomem, sabia?
 - Todo mundo me diz isso.
 - Por que é verdade - disse o Derek, para lembrar a todos que ele ainda estava ali. - Você ficaria muito gata na forma de lobo. Mas você seria muito boa em feitiçaria. Quem disse que não poderia virar um lobisomem também?
 - Eu poderia te transformar, embora fosse arriscado - disse Tomas.
 - Tem razão. Bem, acho que vou indo. Depois eu te ligo, para planejarmos algo.
 - Tudo bem.
 Nos despedimos de Heather e Tomas e saímos. Quando chegamos na rua já estava tudo escuro e nenhum táxi passava por ali.
 - E agora? - perguntei.
 - Por que você acha que eu sou um feiticeiro? - disse Derek sorrindo. Ele olhou para os lados e viu que não tinha ninguém. - Da rua para casa, vamos voltar.
 E então paramos em frente ao apartamento, e vimos o que temíamos.

domingo, 1 de setembro de 2013

Fugindo de Problemas #10

  O quarto onde o Nathan estava fazendo as poções era muito grande. Vários frascos em cima de uma mesa, e alguns deles com uma fumaça branca saindo.
 Ele viu que eu estava observando.
 - Vejo que gostou disso aí. Não toque, isso pode explodir esse quarto inteirinho. Legal, né?
 - É - eu disse. Aquele laboratório era fascinante! 
 - Então... Por onde começamos? Quer que saia poder das suas mãos, ou vamos montar uma poção?
 Olhei para minha mão e depois sorri para ele.
 - Certo, entendi. Vamos começar por... Alguma ideia, Derek?
 - Você pode ensinar ela a controlar objetos. Levitação, entre outros. 
 - Ótima ideia! Venha aqui, Rose. É o seguinte. Aponte a sua melhor mão para aquela cadeira. - apontei a mão direita. - Isso. Agora, pense em alguma experiência que você teve, a melhor. Se você se sentir mais a vontade, pode fechar os olhos.
 Respirei fundo. Fechei os olhos e pensei no Derek. No nosso primeiro beijo. 
 - Isso, está funcionando - ele sussurrava. - Pense em algo mais forte. 
 Então eu lembrei do dia em que o Richard foi lá em casa. Eu estava com muita raiva, com vontade de esmagar o lobo. Mas eu não conseguia.
 Agora sim. Eu poderia ser o que quisesse em meus pensamentos, e escolhi pensar no que eu poderia fazer. Eu vi o Derek coberto de sangue, e não tinha feito nada. Mas agora eu faria. Pensei com mais força e raiva.
 Abri os olhos. 
 - Eu consegui! Derek! Eu consegui!
 - É Rose. Gostaria de saber em que você pensou...
 Me levantei e abracei ele.
 - Vai ficar querendo. - Sorri, e ele também.
 - E eu... Não mereço um abraço também? - Disse o Nathan.
 Eu ri e abracei ele. O Derek olhou para o Nath.
 - Que foi? Não usei magia agora.
 E depois olhou para mim.
 - É. Não usou. Eu acho.
 Nós rimos. 

terça-feira, 30 de julho de 2013

Como é... Ser um gerente de Habbo.

 Está começando a nova série! "Como é?" onde eu faço algo legal e depois passo as minhas opiniões sobre isso.
 Hoje vou falar sobre cargos de habbo, que antes entendia muito pouco.
 Agora eu sou gerente de um habbo, o Feel Hotel (cujo dono é o Pedro, - PedroBigow no feel).
 Em geral é bem legal. Mas tudo tem os seus contras...

Prós:

- Um gerente tem vários comandos, como :coins que dá moedas aos usuários, :duckets que dá duckets (os antigos pixels). Tem comando de voar, mandar mensagens para todos do hotel e vários outros, não menos importantes.

- Um gerente possui uma pequena tela, no canto superior esquerdo, que modera os quartos, falas e (quando clicado em algum usuário) aparece uma ficha com os dados de alguns habbos.

- Nós possuímos uma aba no catálogo chamada Administrador, que contêm raros. Podemos comprá - los e oferecer como prêmio em eventos.

Contras:

- Não podemos mandar mensagens para todo o hotel muitas vezes, pois buga o emulador.

- É proibido dar raros à pessoas que não façam parte da equipe. Esta regra não é válida quando um habbo ganha alguma promoção. O prêmio é um raro.

- Precisamos esperar acabar uma promo para escrever outra.

Existem muito mais prós e contras. Mas estes são os principais.

Quando era nova em ser gerente, não sabia da segunda regra dos contras. Acabei dando um raro pra uma amiga minha, e, a pedido do dono, tive que pedir a ela para devolver.
Depois disso fui acusada de dar raros de novo para outras pessoas. Fazer o que, né? As pessoas mentem. Eu não dei raro para ninguém, disso eu tenho certeza. Algum staff mal amado deve ter dito alguma coisa contra mim. Não posso fazer nada.

Bom, esse foi o primeiro Como é? de hoje. Espero que tenham gostado.
Até mais!
                   Bjss...
                                         Valeria39. :)