terça-feira, 30 de julho de 2013

Como é... Ser um gerente de Habbo.

 Está começando a nova série! "Como é?" onde eu faço algo legal e depois passo as minhas opiniões sobre isso.
 Hoje vou falar sobre cargos de habbo, que antes entendia muito pouco.
 Agora eu sou gerente de um habbo, o Feel Hotel (cujo dono é o Pedro, - PedroBigow no feel).
 Em geral é bem legal. Mas tudo tem os seus contras...

Prós:

- Um gerente tem vários comandos, como :coins que dá moedas aos usuários, :duckets que dá duckets (os antigos pixels). Tem comando de voar, mandar mensagens para todos do hotel e vários outros, não menos importantes.

- Um gerente possui uma pequena tela, no canto superior esquerdo, que modera os quartos, falas e (quando clicado em algum usuário) aparece uma ficha com os dados de alguns habbos.

- Nós possuímos uma aba no catálogo chamada Administrador, que contêm raros. Podemos comprá - los e oferecer como prêmio em eventos.

Contras:

- Não podemos mandar mensagens para todo o hotel muitas vezes, pois buga o emulador.

- É proibido dar raros à pessoas que não façam parte da equipe. Esta regra não é válida quando um habbo ganha alguma promoção. O prêmio é um raro.

- Precisamos esperar acabar uma promo para escrever outra.

Existem muito mais prós e contras. Mas estes são os principais.

Quando era nova em ser gerente, não sabia da segunda regra dos contras. Acabei dando um raro pra uma amiga minha, e, a pedido do dono, tive que pedir a ela para devolver.
Depois disso fui acusada de dar raros de novo para outras pessoas. Fazer o que, né? As pessoas mentem. Eu não dei raro para ninguém, disso eu tenho certeza. Algum staff mal amado deve ter dito alguma coisa contra mim. Não posso fazer nada.

Bom, esse foi o primeiro Como é? de hoje. Espero que tenham gostado.
Até mais!
                   Bjss...
                                         Valeria39. :)

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Fugindo de Problemas #9

 - Não vou sem dar uma olhada nos seus ferimentos. Você está sangrando muito.
 Derek olhou para si mesmo e fez uma careta.
 - Não temos muito tempo, Rose. 
 - Não temos tempo? Ora, diz isso para o sangue que você está perdendo. Vamos, vou fazer um curativo nisso.
 Ele ia brigar. Olhei para ele. Derek não resistiu.
 - Tudo bem. Acha que consegue fazer isso rápido? Richard pode voltar logo, sabia?
 - Consigo fazer os curativos mais rápido do que ele. Agora venha aqui. Sente no sofá. - Ele obedeceu. - Vou pegar as coisas no quarto. Só um minuto.
 Fui e voltei mais rápido do que um pensamento. Talvez nem tão rápido, mas não demorei.
 Abri o kit de primeiros socorros e cuidei dos ferimentos. Derek as vezes grunhia.
 - Acabei. - Eu disse, sorrindo.
 - Mas que unhas grandes, Rose. Isso machuca, quando você arranha alguém, sabia? Argh.
 - Desculpe, mas eu não vou me desfazer delas, tudo bem? Agora, Harry Potter, vamos. Você não estava com pressa?
 - Harry Potter, Rose? Agora vai querer imitar o Richard? 
  Eu ri. Ele riu também.
 - Seu bobo... Mas agora acho que temos que ir.
 - Tem razão. Já arrumou suas coisas?
 - Falta pouco para acabar de arrumar. Mas para onde vamos?
 - Pegar um táxi até Lauger Street. Tem uma pessoa que precisamos encontrar.
 - É um dos seus amigos, que precisamos para acabar com a gangue?
 - Sim. E ele é professor de magia. Acho que poderia dar algumas aulas pra você... Afinal, Rose, você precisa conhecer pelo menos os truques básicos.
 - Acha que eu aprendo?
 - Todos nós temos poder. Uns mais outros menos. Mas se treinar, você consegue sim.
 - Você nasceu sendo um feiticeiro, não é? Eu não. Como posso ser uma feiticeira, então?
 - Eu nasci feiticeiro, por que é de família. O meu poder já era grande, então não precisei descobri - lo. Agora, vamos ter que descobrir o poder em você.
 - Já estou ansiosa. - Peguei minha bolsa no sofá - Vamos?
 - Vamos.
 Fui em direção à saída. Ele deixou eu passar primeiro. Depois saiu e fechou a porta.
 Quando chegamos na rua, não demorou muito para um táxi passar. Fiz um sinal para ele parar, e entramos. Derk disse ao motorista o endereço. Não falamos nada durante a viagem.
 Quando o carro parou, ele pagou a corrida e saímos. 
 Na nossa frente, uma casa enorme, toda pintada de um verde claro. Ele tocou a campainha. Quem atendeu foi um garoto magrelo, que usava óculos. Ele era bonito.
 - Derek? Quanto tempo!
 - Faz muito tempo mesmo. Nathan, precisamos da sua ajuda.
 - Ajuda? Entrem, por favor.
 Derek entrou primeiro. Quando eu passei pela porta, Nathan sorriu para mim e eu retribui.
 - Vejo que arranjou uma namorada. Quem é você?
 - Rose.
 - Muito prazer. Meu nome é Nathan, mas pode me chamar de Nath.
 Eu não parava de sorrir. Não sei se era porque o garoto era mesmo bonito, ou se era porque ele estava falando comigo. Só sei que estava corando, e tentei parar, mas não funcionou. Derek olhou pra mim.
 - Nathan, pode parando aí.
 Nath olhou para Derek. De repente a sensação de antes começou a se esvair, e eu me senti mais a vontade.
 - O que você fez? - perguntei.
 - Ele acabou de usar um feitiço em você, Rose. Fez você se sentir atraída por ele. - Disse Derek.
 - Me desculpe, não fiz por mal. Hábito.
 Acenei com a cabeça, em resposta. Não sabia o que dizer.
 - Mas por que vocês vieram aqui? 
 - Queremos derrotar o Max e sua gangue. Para acabar com tudo, de uma vez por todas. Eles estão querendo me matar. Achamos que você poderia nos ajudar.
 - Ela já sabe de tudo? - ele olhou para mim.
 - Sei. - Respondi.
 - Ajudo, então. Mas como podemos começar?
 - Preciso que ensine a ela alguns truques. Você, que já foi professor de magia...
 Quando Derek falara sobre um professor, imaginava alguém mais velho. Não um garoto, da nossa idade.
 - Fui sim. Mas agora só cuido de poções. Mesmo assim posso abrir uma exceção. - Ele sorriu para mim.
  Podia sentir o ciumes de Derek. Olhei para ele, e fiz um olhar de reprovação.
 - Vamos subir, estava preparando algumas poções. 

sábado, 13 de julho de 2013

Bom dia!

 Olá ageanos! Como vocês estão?
 Faz um tempinho que eu não escrevo, não é mesmo? E também, a história fugindo de problemas invadiu as minhas postagens, não é?
 Então... Que tal falarmos sobre NOVIDADES? Sim? Então eu tenho uma para você!
 Finalmente o trailer do filme A Invasão já foi postado! Pensou que eu não ia fazer, né? Se enganou!
 O primeiro filme da saga está pronto, e outros dois com roteiro pronto! E pode apostar, A invasão 2 e 3 são tão bons quanto o 1! E o Peter Bross, meu primo, assistiu T-U-D-I-N-H-O e aprovou! Pois é, agora só falta você para assistir.
 O filme será dividido em duas partes. A primeira será postada ainda este mês, e a segunda será postada no final deste ou no começo de agosto!
 Vamos mudar de assunto? Que tal a Mix Movies?
 Pois é, os filmes e séries estão sendo postados com legenda! Legal né? Mas tem mais novidades.
 Quarta - feira, dia 17 de julho, será feita mais uma gravação, com alguns atores da Mix.

 Eu vou ficando por aqui!

                Bjss, da Valeria :)

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Fugindo de Prolemas #8

 A lua brilhava linda no céu. Algumas estrelas em volta do astro deixavam o céu mais bonito ainda.
 Estávamos no hotel. Derek estava ao meu lado. Me virei. Ele acordou.
 - Rose?
 - Oi?
 - Está tudo bem?
 - Sim, por quê?
 - Sei lá... Você se mexeu. - Isso é motivo para ficar preocupado? - Ok, vamos voltar a dormir.
 - Antes... - Eu beijei ele. Ele primeiro se assustou, mas continuou.
 - Pronto, agora vamos voltar a dormir, tudo bem?
 - Ok.
 Ele ficou de costas para mim. Ele estava mesmo cansado, pelo jeito.
 Não se passou dez minutos e ele virou.
 - Ei, Rose, está ouvindo isso?
 - Isso o quê?
 - Esse barulho. Parece que tem alguém lá fora. Vou dar uma olhada.
 Ia levantar quando ele fez um sinal para que ficasse parada. Congelei imediatamente.
 Ele foi até a porta e espiou pelo olho mágico. Tinha alguém lá fora.
 - Rose, vá para o banheiro. - Disse ele, vindo até mim e sussurrando. - Não saia de lá até eu pedir. E mantenha a luz desligada e a porta fechada, ok?
 Fiz que sim com a cabeça. Ele se escondeu atrás de um sofá, se preparando para o feitiço.
 Corri - sem fazer barulho - até o banheiro. Não só fechei a porta como tranquei também. Apaguei as luzes e fiquei agachada.
 Do banheiro pude ouvir a porta se abrindo e passos indo em direção à cama.
 A voz resmungou algo. Parecia que estava nos procurando.
 Ouvi algum barulho de móvel se arrastando. Acho que o Derek tinha saído de seu esconderijo.
 Logo depois eles começaram a discutir.
 - Ah então o feiticeiro metido à Harry Potter está aqui?
 - Sem ofensas, Richard, mas essa sua piada já está fraca, né?
 - Dane - se minha piada. Cadê sua princesinha?
 - O que você quer com ela? - Pelo tom da voz de Derek, Richard já estava tirando sua paciência.
 - Vamos fazer uma troca. Ela vem comigo e eu te levo até o Max.
 - Ela fica.
 - Eu estou tentando fazer um acordo. Você não está facilitando as...
 - Não quero facilitar nada. Ela fica.
 - Você está tentando proteger ela, é? Não precisa me dizer onde ela está. Eu acho.
 Tremi. Na minha cabeça a imagem de um lobisomem chutando a porta com facilidade e me levando em bora. Um ponto para Richard.
 - Vai sonhando. Você nunca vai achá - la.
 De repente, com um movimento rápido do meu braço, acabei derrubando uma escova de dentes, que estava em cima da pia. Escova maldita.
 - Acabei de achar. - Disse Richard, provavelmente sorrindo.
 - Mas não vai levar ela embora.
 E Derek avançou em Richard, porque ouvi um barulho forte, o lobisomem caindo.
 E eles começaram a lutar.
 Provavelmente Derek estava ferido e eu tinha que ajudar. Mas como? Eu, sem poderes, poderia ajudar um feiticeiro e acabar com um lobo?
 Abri devagar, quase sem barulho nenhum, a porta.
E me deparei com o tapete da sala sujo de sangue. Além de dois homens brigando.
 - Chega! - eu disse, fazendo os dois pararem de brigar. Olharam para mim.
 - Richard, pode me levar -  o que eu estava fazendo?
 Derek ia falar alguma coisa. Eu interrompi.
 - Vou ficar bem, Derek. Não se preocupe.
 Eu sei o que você deve estar pensando: que idiota! Eu tinha um plano.
 Quando Richard ia me agarrar, fiz um sinal discreto com a mão. Ele não entendeu.
 - Agora - eu disse baixinho.
 Derek pareceu confuso.
 - Agora!!
 Finalmente ele entendeu o meu código e lançou um feitiço, fazendo Richard se desintegrar da sala.
 - Para onde ele foi? - perguntei.
 - Não foi para muito longe. Logo vai nos achar. Temos que sair daqui.